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Mamatraca

Esporte

Sexta Feira, 30 Nov. 2012

MÃE DE BOLEIRO

Resgatamos hoje um vídeo da Juliana Ramos, mãe de dois garotos que jogam futebol de forma competitiva, que conta sobre os desafios de ser mãe de boleiro. E ela diz que vê cada coisa fora dos campos! Pais que brigam com outros pais, pais que brigam com os filhos porque eles perderam... lições que não devem ser aprendidas! Não perca esse Mamatracando!

Futebol

Sexta Feira, 27 Abr. 2012

NOSSOS CRAQUES

Hoje lançamos um novo formato da Colcha de Retalhos, com um vídeo em destaque.

E quem estreia é a Juliana Ramos, mãe dos boleiros Theo e Luca e autora do blog Diário de uma mãe com mais de 30, que  fala sobre sua experiência de torcedora nº 1, massagista, psicóloga, treinadora e preparadora física.

Abaixo permanece o formato tradicional, onde apresentamos mais craques! Assista,  todos eles batem um bolão! 

Futebol

Quinta Feira, 26 Abr. 2012

MUSEU DO FUTEBOL

Já imaginou um museu inteirinho sobre futebol? Isso existe! Mamatraca foi conferir o Museu do Futebol em São Paulo e descobriu que é um passeio muito legal para todas as famílias!

Futebol

Quarta Feira, 25 Abr. 2012

FUTEBOL É O PRIMEIRO AMOR DE MUITAS CRIANÇAS

Milly com o sobrinho Paulo

 

Milly Lacombe é jornalista esportiva, colunista da Coluna do Meio da revista TPM, uma das mulheres que mais entendem de futebol no Brasil e falou com o Mamatraca apaixonadamente sobre esse esporte que é paixão nacional.

 

O futebol é considerado o esporte nacional. O que faz com que tanta gente ame seu time? Por que tanta paixão?

Normalmente, a gente se apaixona por um time ainda na infância. O futebol representa, assim, o primeiro grande amor de muitos meninos e meninas. É o primeiro entendimento de que existe uma força maior a nos guiar. Claro que a família já estava ali, mas você, de verdade, não se apaixona por seus pais e irmãos. Existe amor, mas não com a intensidade avassaladora que o futebol promove. Com o jogo fica estabelecida uma união que terá altos e baixos, mas não verá traição. É o amor ideal, e a melhor metáfora da vida: juntos, veremos dias gloriosos e dias de profunda dor, mas jamais nos separaremos. A gente entende isso muito cedo.

 

Cada vez mais a gente ouve sobre brigas, mortes, violência - antes, durante e depois dos jogos. Ir ao estádio ainda é um programa familiar?

O futebol jogado no Brasil hoje é um jogo feio, truncado, amedrontado e defensivo. Não existe no campo o espetáculo que um dia aprendemos a ver. Com isso, as atenções se voltam para fora e está aberta uma perigosa vala para a violência fora do campo. E é preciso levar em conta também que alguns dirigentes e jogadores colaboram para que a rivalidade vire inimizade. Antigamente, os jogadores rivais faziam apostas antes de clássicos. Lembro que Serginho Chulapa uma vez apostou que se seu time perdesse o clássico ele deixaria que um jogador rival cortasse seu cabelo em campo. Esse tipo de coisa dava a certeza que o jogo era sério até acabar, e que depois poderíamos relaxar um pouco - ainda que perder um clássico seja sempre uma dor agúda. Outro aspecto importante é entender que essas brigas de torcida que acontecem fora do estádio são um problema social, e tem pouco a ver com o futebol. E por fim, um dos mais sérios, é o seguinte: se você trata o torcedor como um bicho, ele se comporta como um bicho. E, no Brasil, o torcedor é há muito tempo tratado como um bicho.

 

Por muitos anos o Brasil teve a melhor jogadora de futebol feminino do mundo, a Marta, mas o esporte nunca vingou entre as mulheres. Por quê?

Por preconceito. Puro preconceito. O machismo determina que mulher não joga bola, ou que, se joga, é abrutalhada, sapatão etc etc etc. E, obviamente, a orientação sexual de uma mulher, ou de um homem, não tem asbolutamente nada a ver com a capacidade dele ou dela desenvolver qualquer atividade profissional.

 

E aquela máxima que “mulher não entende de futebol”, ainda existe esse preconceito?

Existe sim, mas já está menor. Acho que o papel da Soninha foi determinante: era uma mulher doce que falava de futebol com a mesma propriedade de um homem. Ela rompeu uma barreira importante.

 

As escolinhas de futebol são o sonho de consumo de 99% dos meninos brasileiros. O sonho de ser jogador de futebol ainda permeia a cabeça dos brasileirinhos de todas as classes sociais?

Acho que sim. Jogar bola é sensacional, das coisas mais encantadoras que podemos fazer na vida. Prolongar essa sensação é o sonho de quem gosta do jogo. A pressão é uma das razões pelas quais muitos bons jovens jogadores não vingam. Se pressão já é uma coisa difícil para nós, adultos, imagine para um menino que muitas vezes está apenas preenchendo o sonho do pai... acho que os pais tem papel fundamental nessa questão sim; é a família mais do que o clube.

 

Que conselho você daria a mães cujos filhos sonham ser jogador de futebol?

Diria para lerem o livro que Rai, Soninha e eu escrevemos ;-)) Para Ser Jogador de Futebol. Tem tudo ali. Mas, resumidamente, para não matar logo na saída o sonho do moleque ou da menina. Nada mais dolorido do que um sonho que não pode sequer ser sonhado.

Futebol

Terça Feira, 24 Abr. 2012

VOCÊ DEIXA SEU FILHO ESCOLHER PARA QUAL TIME VAI TORCER?

Pri Perlatti dá total liberdade para suas filhas escolherem o time que irão torcer, desde que sejam corinthianas. E vocês, deixam os filhos escolherem o time? Mamatraca quer saber!