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Mamatraca

CORPO

Quinta Feira, 18 Out. 2012

APRENDA A RESPEITAR O SEU PRÓPRIO CORPO

Roseli Masi, palestrante da Meta Real, dá dicas importantes sobre como emagrecer com saúde depois da maternidade. Mas ela faz um alerta: dê tempo ao tempo e respeite seu próprio corpo. Não adianta se inspirar em celebridades que aparecem lindas em capas de revista dois meses depois de darem à luz. Isso não é real. Busque ter hábitos saudáveis e compreender os sinais do seu corpo. 

CORPO

Quarta Feira, 17 Out. 2012

PODE OU NÃO PODE NA GRAVIDEZ?

 

Posso tingir ou alisar o cabelo durante a gravidez? É normal os cabelos caírem durante a fase de amamentação? E tratamento de pele na gestação, é permitido? Essas são algumas das dúvidas mais comuns das grávidas quando o assunto é corpo, e por isso preparamos hoje uma lista de dicas e orientações sobre o que é permitido ou não na gravidez e pós-parto, a partir de conteúdo produzido pelo nosso parceiro Bebê.com.br

 

COSMÉTICOS

 

Nos três primeiros meses de gestação, a futura mãe deve ficar longe da maioria dos cosméticos. A única exceção é para aqueles considerados mais suaves, como o filtro solar, os produtos de maquiagem e o creme hidratante. Os chamados tonalizantes, que saem com as lavagens, podem ser aplicados só a partir do quarto mês.

Os médicos recomendam evitar, no primeiro trimestre, as fórmulas com ácidos - o glicólico e o retinoico, por exemplo - e os descolorantes de pelos. É uma questão de segurança, já que nesse período os órgãos do bebê estão em formação. Todos esses produtos contêm ingredientes que podem causar a malformação fetal.

 

CABELOS

 

Ainda não existem estudos que mostrem a segurança do uso das tinturas durante a gestação. Por isso, os médicos recomendam que as grávidas não façam uso desse produto, pelo menos no primeiro trimestre, quando o feto está em desenvolvimento inicial. Boa parte das tinturas contém amônia, substância tóxica para o bebê.

Tonalizantes e hena não contêm amônia e, por isso, estão liberados desde que seu uso não seja muito frequente. "Se a grávida quiser fazer mudanças que envolvam descolorantes, além de esperar os primeiros três meses, o ideal é usar o produto o mais longe possível da raiz do cabelo, como as mechas californianas, que estão na moda", diz o ginecologista Jonathas Soares.

Hidratação, escova de queratina e outros métodos de hidratação mais profunda são produtos seguros, não tóxicos, mas sempre com a ressalva de que, diante de qualquer sensibilidade alérgica, deve-se interromper o uso e, se necessário, buscar a orientação médica especializada. "Sem contar que experimentações nessa fase da vida não são bem-vindas", avisa Jonathas Soares. Escova e chapinha estão liberados. Spray fixador e gel para penteados podem ser usados com moderação.

Alisamentos, escovas progressivas e definitivas são vetados. Eles entram na categoria de tratamentos perigosos por conterem o tioglicolato, uma substância tóxica e volátil, que, se absorvida ou aspirada, pode fazer mal ao bebê. Alguns desses tratamentos também podem conter o formol. "Esses produtos, além de proibidos pela Anvisa, são totalmente contraindicados. O ideal é que a mãe espere até o bebê nascer para fazer o procedimento", declara o ginecologista.

Os cabelos também são influenciados pelos hormônios da gravidez. Assim, não estranhe se suas madeixas mudarem de cor ou ficarem mais lisas ou encaracoladas. Para lidar com esse inesperado comportamento dos fios, procure alterar os tipos de xampu.

Na fase da amamentação, a utilização desses produtos é visto com menos alarde. "Mas eles não podem conter amônia, metais pesados, como o chumbo, e hidroquinona", aconselha Fátima Rodrigues Fernandes, pediatra do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Como há o risco de intoxicação do bebê, o uso deve ser criterioso. Uma sugestão é optar pela hena, que é natural. A pediatra recomenda ainda que os tratamentos para alisar os fios sejam feitos após o período de amamentação.

 

ALERGIAS

 

O sistema imune feminino fica mais suscetível a reações alérgicas na gestação e quem nunca as teve pode apresentá-las durante os nove meses."Existe a maior incidência de urticárias nessa fase", atesta Gabriela Casabona, dermatologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Mulheres que já são alérgicas, têm sinusite ou asma, por exemplo, podem ter reações ainda mais intensas na gravidez.

 

 MANCHAS ESCURAS

 

Em geral, as manchas surgem na segunda metade da gravidez. Elas marcam um formato de borboleta no rosto, escurecem a aréola dos seios, virilhas e axilas e desenham a linha nigra no abdômen. É um fenômeno provocado pelo desajuste hormonal durante a gestação, que aumenta a concentração de pigmentação escura nessas regiões e torna a pele mais sensível ao sol. Para evitá-las ou amenizá-las, a única medida possível é se proteger dos raios solares com cremes bloqueadores, roupas, chapéus e ficando em lugares sombreados. "Aplique protetor solar duas vezes pela manhã e duas vezes durante a tarde", orienta a dermatologista Letícia Bertazzi, de São Paulo. Evite também se expor ao sol após às 10 horas e antes das 16 horas.

As manchas tendem a perder intensidade depois do parto. Em muitos casos, desaparecem com a volta da menstruação. Se isso não ocorrer, vale a pena procurar um dermatologista. Existem tratamentos eficazes com substâncias despigmentantes, como ácido retinoico e hidroquinona e até aplicações de laser. Atenção: jamais use produtos cosméticos sem a orientação médica, alguns deles podem agravar o problema das manchas.

 

ESTRIAS E CELULITE

 

Mais uma vez, as mudanças hormonais estão por trás desses dois problemas. Os indesejados furinhos na pele podem aumentar durante a gestação, principalmente se a mulher mostrar a tendência à celulite. Já as estrias têm mais chance de aparecer quando a futura mãe exagera nas garfadas e não mantém o peso sob controle. A saída, nesse caso, é fazer as pazes com a balança, praticar alguma atividade física e manter a pele muito bem hidratada. Tudo com a devida supervisão médica, é bom lembrar.

 

CIRURGIA PLÁSTICA CONJUGADA AO PARTO

 

Por incrível que pareça, com a pressão pela volta ao corpo rapidamente depois da gravidez, tem aumentado o número de mulheres que realizam uma cirurgia plástica conjugada à cesariana. Mas o procedimento é arriscado e condenado pelas associações médicas de obstetrícia e cirurgia plástica. A combinação de duas cirurgias aumenta as chances de infecções e complicações. Também é importante lembrar que, no pós-parto, o corpo não se encontra em condições normais, já que durante a gravidez ele se modifica para gerar e acomodar o bebê. Além disso, a recuperação de uma cirurgia plástica pode ser bastante dolorida e não deve ocorrer num período em que a prioridade não é a mãe, e sim o recém-nascido.

“Plástica na hora do parto? Nem pensar", defende o especialista Gustavo Gibin. "Além do corpo da mulher estar totalmente alterado, o parto é um procedimento contaminado, com sangue, placenta, líquido amniótico e outras secreções. Isso aumenta o risco de infecções ou outras complicações."

Dessa maneira, o conselho é concentrar-se no bebê, aproveitar esse momento único, dar tempo ao tempo, para só então avaliar a necessidade de um procedimento cirúrgico. "É altamente recomendável que a mulher pratique atividade física e tenha alimentação saudável e balanceada, o que contribui para recuperar a forma física", ressalta a obstetra Suzana Pires.

Outra atitude de extrema importância é controlar o ponteiro da balança durante a gestação. "Quanto mais a mulher engordar durante a gravidez, maiores serão os problemas com gordura localizada e alterações permanentes no corpo. Portanto, o ideal é que o ganho de peso não ultrapasse 12 ou 14 quilos", completa o cirurgião plástico Prado Neto.

 

ACNE

 

A acne na gravidez, em especial na face, pescoço e tronco, costuma ser de evolução imprevisível. Apesar de ocorrer uma hiperatividade das glândulas sebáceas nesse período, o problema não é frequente. Pelo contrário, algumas mulheres chegam a relatar melhora nas condições da pele. Isso se deve ao fato de a doença ser multifatorial, ou seja, um conjunto de aspectos hereditários, genéticos e hormonais é que determinam a predisposição da mulher a apresentá-la.

Ainda assim, a gangorra hormonal está entre os principais culpados por um rosto cheio de espinhas. Os níveis de estrógeno e progesterona aumentam no decorrer dos nove meses, atingido níveis 10 e 30 vezes maiores, respectivamente. Os hormônios em questão são essenciais para o desenvolvimento fetal e são levados pela corrente sanguínea até a placenta. 

Para quem a acne resolveu atormentar nessa etapa da vida, o conselho é ter paciência.  O consolo é que, durante o período de amamentação, tudo começa a voltar ao normal. “Logo após o parto, os níveis hormonais caem rapidamente, embora algumas alterações cutâneas possam persistir por algum tempo. Normalmente, em seis meses a pele volta a ser como era antes”, explica o ginecologista e obstetra José Carlos Sadalla, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A alimentação também pode influenciar no aparecimento de acne, e pode ser controlada por meio de uma dieta com auxílio de um especialista em nutrição gestacional. A exposição solar nesses casos deve ser evitada.  

 

 

TRATAMENTOS DE PELE

 

A limpeza de pele pode ser indicada, porém, é importante que um dermatologista faça uma avaliação prévia. “A realização de peelings químicos, como o de ácido retinóico, não é recomendada”, enfatiza Danielle.

Produtos próprios para pele normal estão liberados, já as fórmulas para peles oleosas devem ser prescritas pelo dematologista, já que costumam conter algumas substâncias proibidas para quem espera um bebê. Da mesma forma, as loções tônicas e adstrigntes também requerem orientação.

Já a hidratação da pele é necessária, sobretudo, no caso das gestantes. Os cremes mais indicados são os que contêm proteína de uréia, avelã e uva: eles permitem que as células absorvam mais água, que mantém as camadas cutâneas mais profundas da pele bem hidratadas. Isso ajuda a prevenir o surgimento das estrias. Outra arma contra as cicatrizes é o creme à base de silicone, capaz de reter a umidade natural das células.

 

DRENAGEM LINFÁTICA

 

A drenagem linfática ativa as circulações venosas e linfáticas e, assim, reduz a retenção de líquido e diminui o inchaço na gravidez e pós-parto. De quebra, a massagem também relaxa, alivia a tensão e as dores musculares. Sobre a periodicidade, o ideal é combinar isso com seu obstetra. De modo geral, o recomendável é fazer até duas sessões por semana.

A drenagem linfática é uma técnica que, por meio da massagem, direciona o excesso de líquidos para os gânglios linfáticos. Dessa maneira, esse excesso é mais facilmente eliminado do organismo - muitas vezes, pela urina. Durante a gravidez, ocorre o aumento na produção hormonal. Isso leva, entre outras coisas, a uma tendência maior na reabsorção do sódio e uma consequente retenção hídrica, que se traduz em inchaço.

 

Essa técnica não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático. Em geral, a massagem é mais recomendada a partir do terceiro mês de gestação.

 

IMPORTANTE

Todos os produtos e tratamentos devem ser liberados pelo seu médico, para que ele possa avaliar seu caso em específico.

 

 

CORPO

Terça Feira, 16 Out. 2012

VOCÊ JÁ FEZ ALGUMA DIETA MALUCA PARA EMAGRECER?

A Anne conta que sempre foi do tipo cheinha e já fez todo tipo de dieta maluca pra perder peso. E você, também já fez alguma maluquice na tentativa de emagrecer? Conte aqui pra gente, o Mamatraca Quer Saber!

CORPO

Segunda Feira, 15 Out. 2012

MEU CORPO DEPOIS DA GRAVIDEZ

Ginástica, reeducação alimentar, dieta rigorosa, cirurgia plástica. Roberta, Priscilla e Carol contam nesse Tricô quais foram os maiores impactos da gravidez no corpo e como fizeram para correr atrás do prejuízo para se sentirem bem e com a auto-estima elevada. E com você, o que mudou no seu corpo depois da gravidez?

Domingo, 14 Out. 2012

A SEMANA # 58

Entre tantas transformações que a maternidade traz em nossas vida, uma delas é a nossa relação com o corpo. Primeiro vem a gravidez, que nos modifica por completo por dentro e por fora com todas as suas maravilhas e incômodos. Depois que o bebê nasce, chega o período da amamentação, que também exige total entrega. É como se nosso corpo, durante um período da vida, deixasse de ser nosso e, aos poucos, vamos ganhando ele de volta. 

Mas é fato que o corpo que retomamos de volta não é mais o mesmo de antes. Algumas ficam felizes com a mudanças, outras passam um bom tempo tentando corrigir algumas marcas incômodas que a gestação deixou. Estando satisfeita ou não, a verdade é que o corpo está totalmente ligado à auto-estima. Cada uma dentro dos seus limites, sabendo onde aperta seu calo. 

Corpo vai ser o assunto desta semana aqui no Mamatraca. Não sob a ótica interna, mas externa. Do ponto de vista prático, vamos trazer dicas de exercícios para serem feitos durante a gravidez e falar com uma especialista sobre como o lado emocional pode afetar o físico. Vamos também abordar como a ditatura da magreza e das celebridades podem ser péssima influência para as mães. Sabemos que muitas artistas param de amamentar só para poder tomar remédios para emagrecer e poderem aparecer nas revistas magrinhas após o parto. Uma loucura. 

Temos certeza que o assunto dessa semana te interessa.

Beijos e uma ótima semana!!!