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Mamatraca

Enxoval

Quinta Feira, 12 Abr. 2012

#DIY - UMA CÔMODA (BONITA) BASTA

O vídeo de hoje, mais do que um faça-você-mesmo, é um convite para tomar coragem e transformar algo velho em uma atração para o quarto do bebê!

Veja como a Anne Rammi fez de uma cômoda baratinha e sem graça uma peça descolada para o quarto das crianças e de quebra  dê uma olhadinha em como ficaram as peças do enxoval dentro das gavetas renovadas!

Enxoval

Segunda Feira, 9 Abr. 2012

SONHO, REALIDADE OU EXAGERO? ENXOVAL EM 3 ATOS

A gente só consegue tirar conclusões sobre as listas de enxoval muito depois do necessário: quando os bebês crescem.

Quem nunca se sentiu perdida diante a tantos ítens em uma lista de enxoval? É mesmo tudo tão necessário? Será que eu preciso comprar tudo antes de o bebê nascer para não ter imprevistos ou é melhor esperar a necessidade para fazer uma correria à próxima farmácia 24h?

Independente das respostas, as Mamatracas concordam: existem três momentos quando o assunto é o enxoval do bebê. Indiscutívelmente quando estamos grávidas passamos por um encantamento que nunca antes sentimos. À espera de um bebê, a casa vai ganhando novos ares, novas coisas que lindas e fofinhas vão anunciando a chegada de um sonho, de um mundo novo. Tudo pronto para cuidar de um bebê... só que até aí: um bebê imaginário.

Quando tudo torma forma e o bebê está nos braços, muitos e muitos ítens da lista são bálsamos para uma mãe de pequeninos. Outros nem sequer saem da embalagem.

Nem tanto tempo depois, com os pequenos já saracoteando pela casa pouca coisa sobra (intacta) daquela tão revisitada lista de compras. Algumas mães concordam que quase tudo teria sido dispensável. Outras morrem de saudade da época da gravidez, em que dobravam e desdobravam os infinitos conjuntos de roupinhas compulsivamente para colocar na gaveta.

Uma coisa deve ser unânime: gabaritar uma lista completa ou comprar estritamente o essencial, não importa. Todo mundo concorda que preparar o ninho para a chegada de um filhote é uma delícia!

E quem nunca arrumou e desarrumou a mala da maternidade que atire a primeira fralda!

Enxoval

Domingo, 8 Abr. 2012

A SEMANA #31

De luvinhas para recém nascidos a babás eletrônicas de última geração com câmeras acopladas. De bolotinhas de algodão a quantidades infinitas de produtos que muitas vezes a mãe de primeira viagem nem sabe do que se trata: todo mundo sabia o que era um conjunto pagão antes de ler uma lista de enxoval pela primeira vez?

Basta colocar no Google "Lista de Enxoval"- infinitas modalidades aparecerão. Existem listas que prevêm detalhes como o álbum do primeiro ano de vida do bebê. Outras, mais sucintas, apelam para os ítens de necessidade imediata. Roupinhas para os primeiros dias, fraldas e olhe lá!

O Mamatraca essa semana fala do Enxoval do bebê! Sem dúvida um tema delicioso, ainda que possa tirar o sono de algumas gravidinhas. De fato um tema cheio de detalhes e que pode gerar polêmica: afinal, o que realmente é necessário ter em casa para a chegada do bebê?

Assim nos animamos a desenvolver essa semana, com depoimentos das Mamatracas sobre os enxovais de seus pequenos, um #DIY cheio de bossa, uma entrevista bacana discutindo a nova tendência de se comprar enxovais fora do país e uma Colcha de Retalhos imperdível: Chá de Bebê Especial.

Separamos alguns ítens controversos das diversas listas de enxoval - cueiros, protetor de berço, esterilizador de mamadeiras, bicos de silicone para seios, dosador de remédios, bolsas de agua quente, termômetro de banheira, kit de higiene, entre tantos outros - Nosso convite é para que todas as leitoras interessadas em dar sua opinião sobre algum produto, seja para criticar, dar uma sugestão ou declarar amor eterno, mandem um vídeo de até 2 minutos para contato@mamatraca.com.br

A Colcha de Retalhos vai reunir as vozes da experiência, quando o assunto é lista de enxoval. Não deixe de dar a sua opinião!

Junte-se às Mamatracas na #semanaenxoval. Participe através do site, twitter, youtube, facebook, instagram e pinterest!

 

 

Irmãos

Segunda Feira, 5 Mar. 2012

QUAL É A DISTÂNCIA IDEAL ENTRE OS FILHOS?

Qual é a distância ideal entre um filho e outro? Quanto tempo esperar entre cada criança? Roberta acha que a distância de 3 anos entre suas filhas é perfeita e Anne acha maravilhoso o tempo de menos de 2 anos entre seus filhos, pois têm dois bebês em casa e pode criá-los juntos. Carol leva a discussão ao extremo e propõe que se a gente quer que os filhos sejam amigos e companheiros o ideal é que tenhamos gêmeos.

Tempo

Quarta Feira, 29 Fev. 2012

GUIA DO TEMPO PARA MÃES

por Anne Rammi

 

TEMPO DE SER MÃE

 

Vai chegar um dia que a vontade de ter filhos vai bater à sua porta. Não acontece com todo mundo, mas certamente com a maioria: chega uma hora que a mulher simplesmente quer virar mãe.

Quando o seu dilema pessoal chegar (se você tiver tempo de viver o dilema e não acabar escorregando para dentro da maternidade, como eu, por puro des-planejamento) saiba que a maioria das mulheres que atravessaram o triângulo das fraldinhas viveram esse conflito: quando é o tempo certo de ser mãe?

Não existem estatísticas que comprovem a teoria, mas o dilema parece girar em torno de três detalhes: O Pai, O Prazo e a Vida Pessoal.

Um bom pai é uma "mãe na roda". Ainda que a ciência garanta para a mulher contemporânea a possibilidade de procriar a seu bel prazer. Ciência esta que também anda pondo um fim na questão do prazo, cada vez mais mulheres optam por entrar no clubinho da maternidade muito depois do que os médicos recomendariam. Recomendação que seria algo dentro da casa dos 20 anos, mas convenhamos, que mulher nessa fase se sente emocionalmente segura, ou profissionalmente estabelecida, para arcar com a responsabilidade de colocar um filho no mundo?

Sem contar com a probabilidade de, na casa dos 20, ainda não ter encontrado o tal do Pai. O que nos leva para o início do dilema. Enfim... quando se trata do tempo certo de ser mãe, talvez o pai, o prazo e a vida pessoal sejam mesmo meros detalhes. E se você finalmente decidiu que seu tempo chegou, saiba que a partir de agora o tempo vai ser seu maior amigo e seu mais cruel carrasco.

 

20% das mulheres no Brasil optam por ter filhos depois dos 35

Em dez anos o número de mães solteiras cresceu 58% 

14% das brasileiras preferem não ter filhos

 

Comece a se despedir da vida mansa...

 

TEMPO DE GESTAR

 

Não importa como seu filho vem, uma vez que você decidiu que quer ser mãe está de frente com o tempo de esperar o seu filho chegar. Essa pode ser uma espera de menos de 9 meses, com crianças apressadinhas que decidem estrear no mundo na base da prematuridade, ou até anos, no caso de mulheres que entram em listas de adoção ou precisam embarcar em tratamentos de fertilidade atrás de filhos biológicos.

Não importa o tipo de espera. Tentando engravidar, com a criança na barriga, aguardando ser chamada pelo juizado ou contando ovulações, esperar um filho é um estágio preparatório para tudo o que está por vir. Esperar um filho nos ensina a começar a aprender a perder o controle. Simplesmente as coisas não são mais do jeito que você quer e raras vezes atendem àquilo que você planeja. A vida começa a mudar e nada melhor do que esse tempo de espera para nos ajudar a entender a mudança. Esperar um filho é deixar-se transformar, é gestar a novidade é desapegar-se do antigo.

 

4 anos é a média de espera para adoção de uma criança abaixo dos 2 anos no Brasil.

1 ano é o tempo considerado normal para um casal sem problemas de fertilidade conseguir engravidar

5 minutos é a média de espera para ver o resultados da maioria dos testes de gravidez caseiros. (mas pode parecer 2h)

 

Bem-vinda à vida de mãe. Aperte os cintos (se eles ainda fecharem na sua cintura)

 

TEMPO DE AMAR

 

Não se iluda. Nem sempre aquele amor surpreendente chega junto com a criança. É mais comum do que parece que a mãe não se sinta imediatamente feliz dentro de seus novos sapatos: que hora parecem um salto altíssimo difícil de equilibrar horas são confortáveis (mas cafonas) pantufas. As questões mais urgentes nessa fase de adaptação variam como as cores de um espectro. São infinitas.  Mas é justo afirmar que uma expressiva maioria das mães se depara com dores, dificuldade com a amamentação, noites em claro, crises conjugais e uma total inabilidade de entender o que se passa com aquele pequenino ser. Por que chora tanto? Fome, sono, calor? Devem ser as cólicas.

A dica dos especialistas nessa parte da jornada é mais inútil que biquini no Alaska, mas é impossível de não ser registrada: é tudo uma questão de tempo. Um belo dia o sol vai brilhar e aquele novo ser que veio transformar a sua vida para sempre será simplesmente a razão dos seus dias. O vínculo entre mães e filhos, ainda que consolidado de formas e intensidades diferentes, existe em todas as relações. Pode levar um tempo, dias, semanas, meses ou anos (escolha a alternativa que te faz se sentir mais normal) mas a gente finalmente se adapta à nova vida. Esse amor surpreendente finalmente chega. E como se fosse possível, cresce a cada dia mais.

 

80% das puérperas na primeira semana de vida do bebê sofrem de Baby Blues

Depressão pós parto atinge 14% das mães

 

Em pouco tempo a memória apaga as coisas ruins e resta só saudade das coisas boas.

 

TEMPO DE VER CRESCER

 

O cérebro humano se desenvolve mais entre o período de gestação e o aniversário de um ano do que irá se desenvolver até o fim da vida. Isso porque nesse "curto" espaço de tempo a criança deve adquirir habilidades incríveis, do ponto de vista neurológico. Fixar os olhos, segurar a cabeça, virar o corpo, sentar, pegar objetos, engatinhar... cada um no seu tempo, os bebês crescem numa velocidade surpreendente. E agora a mãe está em uma nova etapa, ver crescer e respeitar o tempo.

É mais do que clichê dizer que passa muito rápido. A verdade é que enquanto você está acordada na madrugada esperando o dia que seu filho vai dormir a noite inteira chegar, não parece tão rápido assim. Mas em um piscar de olhos, você estará planejando a festa de um ano, ajudando a assoprar uma velhinha e em uma fração de segundo, já pensando na festa de dois. O tempo voa.

Aos 18 meses um bebê pode falar e entender 50 palavras.

150 palavras aos 24 meses

13 mil palavras aos 6 anos!

 

Fotos, lembrancinhas e recordações: tudo o que te ajudar a segurar o tempo

 

NÃO EXISTE MAIS TEMPO

 

Chega então a hora em que você percebe os verdadeiros impactos dos acontecimentos dos últimos tempos. Você adentra a sua bolsa atrás do celular e só consegue achar Backyardigans lá dentro. Você vai fazer compras para você e volta somente com roupinhas de criança. Você sabe de cor todas as músicas dos comerciais de canais infantis, mas não faz a mais vaga ideia de que filmes concorrem ao Oscar. Na verdade, você nunca mais viu um filme inteiro. Porque sua vida está completamente dominada por aquele serzinho que você tanto ama. Você não tem mais tempo.

Mesmo quando está sozinha, sua cabeça está com os filhos. Ainda que esteja trabalhando, é para proporcionar-lhes uma vida boa. E ainda que queira cuidar do visual, de repente é para que eles tenham uma mãe bonita. Filhos são como tatuagens no rosto (como dizem naquele filme que a memória já não nos permite lembrar o título). Não se apaga, não se esquece. E garantem os especialistas, dói para caramba.

Rímel, Celular e Dinheiro são considerados ítens indispensáveis em uma bolsa de mulher.

Lenços umedecidos são considerados ítens indispensáveis em uma bolsa de mãe.

 

Se tudo der certo, seus filhos nunca vão depender tanto de você quanto hoje.

 

O TEMPO FUTURO

 

Os primeiros anos da vida de mãe vão chegando ao fim, para dar espaço a um novo tempo: aquele de ver (e deixar) o bebê virar criança, a criança virar jovem. Sua casa vai sofrer transformações intensas, de fraldas e berços a lições de casa. De cadernos de escola posts de namorados nos murais das redes sociais. O tempo te obriga a deixar que as coisas do passado definitivamente possam ir embora embora, para dar espaço ao novo. Os filhos são do mundo, toda mãe sabe disso. A elas resta fazer de tudo para curtir enquanto é tempo e manter guardado na memória tudo de bom o que o tempo de maternar lhes proporcionou. Guardar fotos, mechinhas de cabelo, recordações, histórias de um tempo feliz. Essa é a faceta mais implacável do tempo, ele não volta.

 

100% dos pais voltariam no tempo para reviver os melhores momentos da infância dos filhos