A gente só consegue tirar conclusões sobre as listas de enxoval muito depois do necessário: quando os bebês crescem.
Quem nunca se sentiu perdida diante a tantos ítens em uma lista de enxoval? É mesmo tudo tão necessário? Será que eu preciso comprar tudo antes de o bebê nascer para não ter imprevistos ou é melhor esperar a necessidade para fazer uma correria à próxima farmácia 24h?
Independente das respostas, as Mamatracas concordam: existem três momentos quando o assunto é o enxoval do bebê. Indiscutívelmente quando estamos grávidas passamos por um encantamento que nunca antes sentimos. À espera de um bebê, a casa vai ganhando novos ares, novas coisas que lindas e fofinhas vão anunciando a chegada de um sonho, de um mundo novo. Tudo pronto para cuidar de um bebê... só que até aí: um bebê imaginário.
Quando tudo torma forma e o bebê está nos braços, muitos e muitos ítens da lista são bálsamos para uma mãe de pequeninos. Outros nem sequer saem da embalagem.
Nem tanto tempo depois, com os pequenos já saracoteando pela casa pouca coisa sobra (intacta) daquela tão revisitada lista de compras. Algumas mães concordam que quase tudo teria sido dispensável. Outras morrem de saudade da época da gravidez, em que dobravam e desdobravam os infinitos conjuntos de roupinhas compulsivamente para colocar na gaveta.
Uma coisa deve ser unânime: gabaritar uma lista completa ou comprar estritamente o essencial, não importa. Todo mundo concorda que preparar o ninho para a chegada de um filhote é uma delícia!
E quem nunca arrumou e desarrumou a mala da maternidade que atire a primeira fralda!