Quem é mãe ou pai sabe o quanto um filho é capaz de nos tirar do sério. Em alguns momentos de embate, eles são capazes de nos desfigurar, de nos derrubar do eixo. Aprender a lidar com esses momentos de fúria é um exercício gigantesco de paciência para as famílias. Quando percebemos, muitas vezes estamos brigando de igual para igual com um mini ser de dois, três, quatro anos de idade. Raiva, sim. Sentimos raiva daquele ser que mais amamos.
Ainda assim, nada justifica bater. Sabemos que não é fácil manter o controle, mas é preciso respirar fundo, se acalmar, reforçar exemplos positivos. Reforçar a autoridade por meio do medo e da agressão é uma atitude que não vai trazer benefícios para os filhos e nem para os pais.
Como disse a nossa leitora Juliana Escandura na nossa fanpage, "bater não educa, apenas replica modelos que não funcionam. Acho que a base é agir com o outro - no caso a criança - da forma como gostaríamos de ser tratados. Com respeito, com limites claros, com coerência, com amor."
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Boa semana pra vocês!
Anne, Priscilla e Roberta