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05/09/2017

Por que a piada sobre licença paternidade e Copa do Mundo é machista? "Se você engravidar sua mulher na próxima semana, terá dias semanas de licença paternidade na próxima copa." Na última quinzena temos nos deparado com notícias medonhas de abuso, estupro e violência das mais variadas ordens contra as mulheres. Pode parecer piadinha infame (ai que bom que o mundo era quando a gente podia fazer piada não é mesmo, agora as feministas não deixam mais...) só que não é piadinha. O fato de ter viralizado dessa forma comprova: todo mundo se diverte quando as mulheres permanecem num estado subjugado. Ora, mas Anne o que tem à ver licença paternidade na Copa com subjugar a mulher?  Olha, no mundo que eu quero viver, alguém que sugere que se deva colocar um filho no mundo para ter folga e assistir a Copa de futebol é um perfeito idiota. Porque nessa piada simples está incutido o óbvio: mulheres criam os filhos sozinhas. Estatisticamente, mais de 40% das mães são solo (criam os filh...

07/02/2017

A ciclovia como todo mundo sabe é o lugar por onde transitam as bicicletas. A Lei que regulamenta as ciclovias em São Paulo ainda permite que outros veículos não motorizados utilizem essa faixa: como cadeiras de rodas, carrinhos de bebê e carroças. Um fator de segurança imprescindível para PESSOAS, a saber, os ciclistas, os cadeirantes, os bebês e os catadores que dividem espaço com os vorazes carros da cidade. Máquinas que também são conduzidas por gente, ainda que não pareçam, essa curiosa espécie que se transforma atrás do volante. Ou será o dinheiro que os faz se comportar assim? Ontem uma ciclista mulher foi agredida na ciclovia. Ingrid estava na Rua Inglês de Souza, bairro do Cambuci, quando o tímido tapete vermelhinho foi interrompido por uma fila de carros, parados evidentemente de forma irresponsável, na faixa determinada para ciclistas. Contornou a fila de carros e desceu da bicicleta, tentando levantar reflexão sobre o óbvio: "Imagina se eu ficar aqui, que afinal é...

12/01/2017

O relato sincero de uma mãe da classe média que migrou da educação particular para o ensino público por razões ideológicas e coerentes.

17/06/2015

Faço parte de um grupo de ultra privilegiados que matriculará o filho no ensino fundamental em 2016 na rede particular. Considero-me privilegiada apenas porque tenho opção de escolher entre uma rede e outra. Grande bosta. Porque a verdade é que pagando ou de graça meu filho à partir do próximo ano vai ser enfiado num moedor de carne. À parte da tragédia pedagógica e falência generalizada de modelo que a esmagadora maioria das escolas que cabem no meu bolso representam, estou focada em investigar suas posturas quanto a alimentação. Eis que não paro de gerar anedotas saídas de um filme de David Lynch. – … Blá, blá, blá, e a arte, e a socialização, e que abordagem humanista… – Que legal. E as crianças se alimentam aqui? O lanche é da escola? – A cantina oferece o lanche, mas também as crianças podem trazer. – Em todos os níveis? – Sim, desde o maternal. – Vocês proíbem alguma coisa na lancheira? – Sim. Não pode trazer bala, chiclete e refrigerante. – Nossa. Que raro. Parabéns, é difícil...

29/03/2012

Hoje temos uma atriz convidada especialmente para o Mamatraca, você não pode perder - de jeito nenhum. Ela traz dicas sobre como evitar e lidar com birras. De uma forma, digamos, bem humorada.

02/02/2012

Os motivos de maior ansiedade para qualquer pai e mãe é que seu filho sofra. Independente do tipo de sofrimento. Por mais óbvia que esta afirmação possa parecer, ela é relevante pois vivemos em uma época em que as famílias possuem dificuldades em lidar com o sofrimento e frustração de seus filhos, e frequentemente buscam se adiantar e suprir o que acreditam serem suas necessidades, na intenção de minimizar os riscos. Ao agirem desta forma, portanto, acabam por transmitir aos seus filhos sua própria falta de segurança com relação ao início das aulas, possivelmente intensificando suas angustias ao invés de ajudá-los a lidar com o desafio do retorno. Nesta época, mudanças de ano, professores, turmas, só intensificam as fantasias dos pais com relação às dificuldades que o filho terá neste reajuste, o que culmina em uma duração maior deste processo de readaptação.

02/11/2011

Pois é, este é um tema bem delicado. O que acontece é que as escolas, para manterem as suas notas e classificações naquele ranqueamento de "melhores escolas do Brasil", acabam fazendo uma espécie de normatização, de homogeneização de seus alunos. Escolhem aqueles que aparentam ser os melhores, que não diminuirão as suas notas. Tentam "nivelar" o seu público. O que é o inverso daquilo que é uma das funções da escola: educar na diversidade. O que fazem é pegar as notas do Ensino Médio e tentar garantir que os seus alunos se aproximem o quanto antes delas. Uma pena! Pois se educa para um fim. Para um teste, para algo que favorece apenas as escolas. Esse caminho é uma vergonha! Um verdadeiro processo de exclusão, de recorte social, cultural. Presencio isso todos os anos. Vejo os estudantes de muitas escolas tendo de fazer avaliações, entrevistas e mais entrevistas. Só falta pedirem exames de sangue, DNA! Meu conselho? Afastem-se delas e divulguem todos os processos de &...

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PROJETO CLAREAR

COM CEILA SANTOS

 

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