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19/09/2017

Existe uma verba municipal que se chama PTRF (programa de transferência de recursos financeiros). Ela é depositada nas contas bancárias das escolas e tem um longo processo burocrático para utilização. Mas em resumo é com essa verba (+ a verba federal + o dinheiro que se soma da comunidade na famosa carteirinha da APM - Associação de Pais e Mestres) que a escola compra materiais para os professores, melhora as condições de aprendizagem dos estudantes, renova brinquedotecas, bibliotecas, faz passeios, enfim, é o caixa da escola.  Atualmente todas as escolas públicas pagam taxas e tarifas para os bancos que consomem boa parte dessa verba municipal. Ou seja, dinheiro público dos impostos que é para melhorar a educação está sendo usado para pagar tarifa de bancos.

12/09/2017

Chegaram DISPOSTOS. Esse é o ingrediente que faltava na receita do bolo, que vou descrever aqui. Do que precisamos para banir o refrigerante da escola de infância?  1) qualquer pessoa que questionasse essa tradição; 2) uma diretora capaz de exercer sua função e articular o espaço de diálogo, lidando com as dificuldades de construção da democracia, ou seja, uma diretora competente e comprometida; 3) conhecimento das leis e das melhores evidências para apoiar a conversa de forma racional, evitando desgastes de relações e que as pessoas interpretassem essa iniciativa como ataques pessoais, desviando o foco da conversa; 4) professores dispostos a refletir, aprender e acima de tudo, professores que enxergam a criança como prioridade absoluta, como deve ser o educador da infância;  5) comunidade unida em prol desse mesmo objetivo, acima de suas opiniões individuais: um olhar coletivo sobra a infância, rumo à revisão de tradições ruins pelas crianças e não por suas justificativas adultas. Q...

10/02/2017

Na Emei a direção tem uma parceria com uma organização budista e convocaram um mutirão para implantar uma horta. Hoje fomos capinar o terreno e preparar os canteiros. Parecia que não esperavam tanta adesão, mas havia muitas famílias por lá. Os canteiros ficaram ótimos e continua semana que vem. O terreno da escola é algo de maravilhoso, uma preciosidade com árvores centenárias e várias frutíferas. Gostaria que essa ação se estendesse o ano todo e proporei em conselho que se crie uma comissão para jardinagem, com o aval da equipe pedagógica, que possa envolver as crianças também no mapeamento, nomenclatura e conhecimento sazonal dessas árvores. Imagina se todas as crianças souberem quando aquela caramboleira vai dar frutas? E quando poderemos fazer doce de goiaba?  Que Nossa Senhora das Emeis proteja aquele terreno, aquelas crianças, aquelas professoras e árvores da corrida mobiliária em São Paulo, e seu gestor amigo dos empresários. Sonho que esses projetos, de comunidade, sejam sem...

22/10/2014

Uma leitora do Mamatraca me contou que está amamentando suas filhas gêmeas em livre demanda de leite materno há mais de dois meses. O que seria uma história já gratificante, visto os parcos índices de amamentação exclusiva no país, o que dirá para gêmeos, se transforma em um banho de amor com requintes de vitória, acompanhem: A filha mais velha, desmamada precocemente em virtude do clássico combo que leva a maioria das mulheres a interromper a amamentação (falta de orientação profissional adequada, falta de apoio social, excesso de oferta de substitutos e publicidade desregulada dos mesmos) começou a pedir para mamar também. E perto dos quatro anos, tem vivido com a mãe e as irmãs um resgate de sua história com o peito. Amamentação, é amor. Só nos resta desejar à Nestlé vida longa. Para que ela veja cada dia mais nossa vitória. ;) Foto: Infância Livre de Consumismo

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